{"id":393,"date":"2023-06-15T10:23:05","date_gmt":"2023-06-15T13:23:05","guid":{"rendered":"https:\/\/cubzac.com.br\/novosite\/?p=393"},"modified":"2024-10-18T12:53:45","modified_gmt":"2024-10-18T15:53:45","slug":"na-pele-feito-fagulha-de-tiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cubzac.com.br\/novosite\/na-pele-feito-fagulha-de-tiro\/","title":{"rendered":"Na pele feito fagulha de tiro"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>AUTOR: <\/strong><a href=\"https:\/\/cubzac.com.br\/novosite\/julia-arraes\/\" data-type=\"page\" data-id=\"699\">J\u00daLIA ARRAES<\/a> <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tem gente que transborda palavra e consegue traduzir o que a gente nem tinha se dado conta de que sente tamb\u00e9m. Ou at\u00e9 sabe que sente, mas talvez n\u00e3o tenha conseguido elaborar com clareza, tampouco com poesia. Gente que agrega gente e vive no plural. Que se entrega sem medo e ama com coragem. Mergulha em mar revolto e d\u00e1 n\u00f3 em pingo d&#8217;\u00e1gua, celebrando a sorte que \u00e9 estar viva para se encantar com as flores que aparecem no caminho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Na pele feito fagulha de tiro<\/em> \u00e9 o livro de estreia de J\u00falia Arraes. Pernambucana, jornalista, m\u00e3e de Martim, ela passeia pelos anos mais recentes de sua juventude. Da saudade do frevo e do sururu ao encantamento por uma S\u00e3o Paulo que explode os sentidos, mas depois cansa. Do mergulho na maternidade com seu filho que tem nome de mar ao confinamento de uma pandemia que mexeu com tudo: &#8220;Num dia fazemos p\u00e3o, no outro nem conseguimos esquentar \u00e1gua para o caf\u00e9&#8221;. Dos desabafos com colegas de profiss\u00e3o ao fasc\u00ednio com a morte: &#8220;Ficam os segundos de lembran\u00e7a que n\u00e3o v\u00e3o embora&#8221; &#8211; e ela compra espa\u00e7o na nuvem na tentativa de guardar tudo, porque \u00e9 de mem\u00f3rias que ela \u00e9 feita. De entrega ao amor tamb\u00e9m, \u00e0quela paix\u00e3o que dan\u00e7a em Bel\u00e9m e vai em protesto, que cria vida junto.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 preciso escolher a dedo o que levamos no cora\u00e7\u00e3o&#8221;, ela escreve, nos fazendo um convite. Como a gente olha para a vida? O que fica dos perrengues que nos constituem? Como renovamos os votos para ter uma exist\u00eancia com alegria e significado? Entre a poesia e a prosa, J\u00falia constr\u00f3i um livro cheio de sensa\u00e7\u00f5es, resgates e partilhas. \u00c9 quase como um abra\u00e7o de uma amiga com quem voc\u00ea quer varar a noite conversando sobre tudo que cabe aqui e agora. J\u00falia nos ajuda a olhar.&nbsp; \u00c9 a vida dela, mas a gente sabe que est\u00e1 diante de uma escritora grandiosa quando o que ela escreve diz da gente. E ela ainda faz isso misturando Marisa Monte com Ara Ketu, Ana Cristina C\u00e9sar com Timbalada, Rilke com Hilda Hilst. Um presente para esse presente em que vivemos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><a href=\"https:\/\/cubzac.facileme.com.br\/catalogo\/todos\/na-pele-feito-fagulha-de-tiro\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"502\" height=\"101\" src=\"https:\/\/cubzac.com.br\/novosite\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/BOTAO_COMPRAR.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-93\" style=\"width:205px;height:41px\" srcset=\"https:\/\/cubzac.com.br\/novosite\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/BOTAO_COMPRAR.png 502w, https:\/\/cubzac.com.br\/novosite\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/BOTAO_COMPRAR-300x60.png 300w\" sizes=\"(max-width: 502px) 100vw, 502px\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>DADOS T\u00c9CNICOS:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>14X21cm<\/strong><br><strong>128 p\u00e1ginas<\/strong><br>ISBN: <strong>978-85-61293-53-6<\/strong><br>Situa\u00e7\u00e3o: Normal<br>R$60,00<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>AUTOR: J\u00daLIA ARRAES Tem gente que transborda palavra e consegue traduzir o que a gente nem tinha se dado conta de que sente tamb\u00e9m. 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