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	<title>Editora Cubzac</title>
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	<description>A Cubzac é uma editora que acredita no prazer da leitura e na leitura com prazer, que leva ao mundo da imaginação e do conhecimento, onde o leitor nunca está sozinho.</description>
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	<title>Editora Cubzac</title>
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		<title>Bengo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[plano4]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 19:28:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Valdir Oliveira]]></category>
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					<description><![CDATA[AUTOR: VALDIR OLIVEIRA Bengo, um roedor apaixonado por livros, resolve sair do Sertão para viver numametrópole. Na cidade, conhece Franja, uma catita que luta pelos direitos femininosna conservadora Sociedade dos Ratolinos. Uma história divertida e com muita açãoque traz reflexões sobre temas como respeito às diferenças, preconceito de gênero,xenofobia, inclusão. DADOS TÉCNICOS: 15 X 21cm68 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>AUTOR: </strong><a href="https://cubzac.com.br/novosite/valdir-oliveira-2/" data-type="page" data-id="298">VALDIR OLIVEIRA</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Bengo, um roedor apaixonado por livros, resolve sair do Sertão para viver numa<br>metrópole. Na cidade, conhece Franja, uma catita que luta pelos direitos femininos<br>na conservadora Sociedade dos Ratolinos. Uma história divertida e com muita ação<br>que traz reflexões sobre temas como respeito às diferenças, preconceito de gênero,<br>xenofobia, inclusão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>DADOS TÉCNICOS:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">15 X 21cm<br>68 páginas<br>ISBN: 978-85-61293-66-6<br>Situaçao Normal<br>65,00</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>
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		<title>O pensamento simbólico em Drummond</title>
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		<dc:creator><![CDATA[plano4]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Feb 2025 11:43:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Catálogo]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Bezerra Cavalcanti]]></category>
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					<description><![CDATA[AUTOR: EDUARDO BEZERRA CAVALCANTI O pensamento simbólico em Drummond é um estudo crítico sobre o livro A rosa do povo, de Carlos Drummond de Andrade, publicado originalmente em 1945. Considerada uma obra crucial na poesia do autor mineiro, A rosa do povo veio ao público 15 anos depois da estreia de Drummond como poeta, e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>AUTOR: </strong><a href="https://cubzac.com.br/novosite/eduardo-bezerra-cavalcanti-2/" data-type="page" data-id="1200">EDUARDO BEZERRA CAVALCANTI</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>O pensamento simbólico em Drummond</em> é um estudo crítico sobre o livro A rosa do povo, de Carlos Drummond de Andrade, publicado originalmente em 1945. Considerada uma obra crucial na poesia do autor mineiro, A rosa do povo veio ao público 15 anos depois da estreia de Drummond como poeta, e sucede a outro título notável como <em>Sentimento do mundo</em>, que lhe prepara o caminho, e precede a <em>Claro enigma</em>. O presente estudo reconstitui diversos encadeamentos de imagens simbólicas que atravessam e se entrelaçam ao longo do livro em foco de Drummond, marcando a sua resposta lírica ao mesmo tempo frente à contingência existencial dos indivíduos e diante dos acontecimentos históricos da época, notadamente a Guerra Mundial, as situações de opressão e destruição. A partir da visão de características gerais da obra do poeta brasileiro, o estudo perfaz uma trama imaginária que passa por imagens labirínticas e reencontra configurações circulares, assim como descrevendo desde a intrincada estrutura do cristal à da cidade e da rosa, todas rematadas pela figura última e complexa do personagem Carlito. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo percebe analogias entre essas estruturas imaginárias e os símbolos do “processo de individuação”, conforme descrito por Carl Jung, e segue um roteiro que também sublinha fronteiras entre a abordagem psicanalítica e a chamada “fenomenologia da imaginação” de Gaston Bachelard, aproximando a ambas as correntes os versos do poeta. Com um recorte próprio e exaustivo de alguns textos filosóficos, igualmente integra todo o estudo de Eduardo Bezerra Cavalcanti uma retomada da abordagem existenciária de Martin Heidegger, que fora pioneiramente adotada por Affonso Romano de Sant’Anna, já no final da década de 1960, em sua modelar e consistente tese sobre a poesia de Drummond.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>DADOS TÉCNICOS:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">15,5 X 22 cm<br>392 páginas<br>ISBN: 978-85-62-293-64-2<br>Situação Normal<br>R$ 70,00</p>
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		<title>Minicontos &#038; Gracejos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[plano4]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Nov 2024 18:22:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Catálogo]]></category>
		<category><![CDATA[Joca Souza Leão]]></category>
		<category><![CDATA[Lula Arraes]]></category>
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					<description><![CDATA[AUTOR: JOCA SOUZA LEÃO O cronista Joca Souza Leão estreia na ficção com a trilogia Minicontos &#38; Gracejos em trêslivrinhos (10 x 14cm). No primeiro volume (capa amarela) temas “bem e mal-humorados,amorosos e ressentidos”. No segundo (capa azul), microcontos com até sete palavras. E noterceiro (capa vermelha), minis “safadinhos e libidinosos”, como o autor os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>AUTOR: </strong><a href="https://cubzac.com.br/novosite/joca-souza-leao-2/" data-type="page" data-id="1174">JOCA SOUZA LEÃO</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O cronista Joca Souza Leão estreia na ficção com a trilogia Minicontos &amp; Gracejos em três<br>livrinhos (10 x 14cm). No primeiro volume (capa amarela) temas “bem e mal-humorados,<br>amorosos e ressentidos”. No segundo (capa azul), microcontos com até sete palavras. E no<br>terceiro (capa vermelha), minis “safadinhos e libidinosos”, como o autor os classificou.<br>“O conto ganha por nocaute e o romance ganha por pontos” – frase de Cortázar que, de tão<br>citada, virou lugar-comum. “Sua gênese é a mesma do poema: um repentino<br>estranhamento.” Quase um susto.<br>Mini e microconto são gêneros de um tiro só: é tudo ou nada. E Joca Souza Leão acerta o<br>alvo em cheio. Seus minis e micros nos surpreendem e provocam. Após o “susto”, suas<br>provocações nos deixam no que pensar.<br>Não há consenso quanto ao limite de palavras ou caracteres para o microconto. “Pílulas<br>ficcionais”, define Italo Moriconi.<br>Quando Hemingway escreveu sua primeira micro-story (ou flash fiction), o gênero nem<br>nome tinha ainda: “Vendo: sapatinhos de bebê nunca usados.” Seis palavras. Nem tampouco<br>quando o hondurenho Augusto Monterosso publicou seu genial Dinossauro, o clássico dos<br>microcontos: “Quando despertou, o dinossauro ainda estava ali”. Sete palavras.<br>O conto não resolve problemas; ao contrário, os cria. E esta coletânea de minis e micros é<br>um bom exemplo disso. Diz Joca que começou a escrevê-los outro dia. Não duvidamos. A<br>verdade é que esta série de “livrinhos” não é coisa de contista estreante. E não é mesmo.<br>Joca vem de longe.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>DADOS TÉCNICOS:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">10 X 14cm<br>88 páginas<br>ISBN: 978-85-61293-62-8<br>Situação Normal<br>R$ 20,00</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>
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		<title>Microcontos &#038; Gracejos &#8211; Com até 7 palavras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[plano4]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Nov 2024 18:21:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Catálogo]]></category>
		<category><![CDATA[Joca Souza Leão]]></category>
		<category><![CDATA[Lula Arraes]]></category>
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					<description><![CDATA[AUTOR: JOCA SOUZA LEÃO O cronista Joca Souza Leão estreia na ficção com a trilogia Minicontos &#38; Gracejos em trêslivrinhos (10 x 14cm). No primeiro volume (capa amarela) temas “bem e mal-humorados,amorosos e ressentidos”. No segundo (capa azul), microcontos com até sete palavras. E noterceiro (capa vermelha), minis “safadinhos e libidinosos”, como o autor os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>AUTOR: </strong><a href="https://cubzac.com.br/novosite/joca-souza-leao-2/" data-type="page" data-id="1174">JOCA SOUZA LEÃO</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O cronista Joca Souza Leão estreia na ficção com a trilogia Minicontos &amp; Gracejos em três<br>livrinhos (10 x 14cm). No primeiro volume (capa amarela) temas “bem e mal-humorados,<br>amorosos e ressentidos”. No segundo (capa azul), microcontos com até sete palavras. E no<br>terceiro (capa vermelha), minis “safadinhos e libidinosos”, como o autor os classificou.<br>“O conto ganha por nocaute e o romance ganha por pontos” – frase de Cortázar que, de tão<br>citada, virou lugar-comum. “Sua gênese é a mesma do poema: um repentino<br>estranhamento.” Quase um susto.<br>Mini e microconto são gêneros de um tiro só: é tudo ou nada. E Joca Souza Leão acerta o<br>alvo em cheio. Seus minis e micros nos surpreendem e provocam. Após o “susto”, suas<br>provocações nos deixam no que pensar.<br>Não há consenso quanto ao limite de palavras ou caracteres para o microconto. “Pílulas<br>ficcionais”, define Italo Moriconi.<br>Quando Hemingway escreveu sua primeira micro-story (ou flash fiction), o gênero nem<br>nome tinha ainda: “Vendo: sapatinhos de bebê nunca usados.” Seis palavras. Nem tampouco<br>quando o hondurenho Augusto Monterosso publicou seu genial Dinossauro, o clássico dos<br>microcontos: “Quando despertou, o dinossauro ainda estava ali”. Sete palavras.<br>O conto não resolve problemas; ao contrário, os cria. E esta coletânea de minis e micros é<br>um bom exemplo disso. Diz Joca que começou a escrevê-los outro dia. Não duvidamos. A<br>verdade é que esta série de “livrinhos” não é coisa de contista estreante. E não é mesmo.<br>Joca vem de longe.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>DADOS TÉCNICOS:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">10 X 14cm<br>88 páginas<br>ISBN: 978-85-61293-60-4<br>Situação Normal<br>R$ 20,00</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>
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		<title>Minicontos &#038; Gracejos &#8211; Safadinhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[plano4]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Nov 2024 18:19:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Catálogo]]></category>
		<category><![CDATA[Joca Souza Leão]]></category>
		<category><![CDATA[Lula Arraes]]></category>
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					<description><![CDATA[AUTOR: JOCA SOUZA LEÃO O cronista Joca Souza Leão estreia na ficção com a trilogia Minicontos &#38; Gracejos em trêslivrinhos (10 x 14cm). No primeiro volume (capa amarela) temas “bem e mal-humorados,amorosos e ressentidos”. No segundo (capa azul), microcontos com até sete palavras. E noterceiro (capa vermelha), minis “safadinhos e libidinosos”, como o autor os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>AUTOR: </strong><a href="https://cubzac.com.br/novosite/joca-souza-leao-2/" data-type="page" data-id="1174">JOCA SOUZA LEÃO</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O cronista Joca Souza Leão estreia na ficção com a trilogia Minicontos &amp; Gracejos em três<br>livrinhos (10 x 14cm). No primeiro volume (capa amarela) temas “bem e mal-humorados,<br>amorosos e ressentidos”. No segundo (capa azul), microcontos com até sete palavras. E no<br>terceiro (capa vermelha), minis “safadinhos e libidinosos”, como o autor os classificou.<br>“O conto ganha por nocaute e o romance ganha por pontos” – frase de Cortázar que, de tão<br>citada, virou lugar-comum. “Sua gênese é a mesma do poema: um repentino<br>estranhamento.” Quase um susto.<br>Mini e microconto são gêneros de um tiro só: é tudo ou nada. E Joca Souza Leão acerta o<br>alvo em cheio. Seus minis e micros nos surpreendem e provocam. Após o “susto”, suas<br>provocações nos deixam no que pensar.<br>Não há consenso quanto ao limite de palavras ou caracteres para o microconto. “Pílulas<br>ficcionais”, define Italo Moriconi.<br>Quando Hemingway escreveu sua primeira micro-story (ou flash fiction), o gênero nem<br>nome tinha ainda: “Vendo: sapatinhos de bebê nunca usados.” Seis palavras. Nem tampouco<br>quando o hondurenho Augusto Monterosso publicou seu genial Dinossauro, o clássico dos<br>microcontos: “Quando despertou, o dinossauro ainda estava ali”. Sete palavras.<br>O conto não resolve problemas; ao contrário, os cria. E esta coletânea de minis e micros é<br>um bom exemplo disso. Diz Joca que começou a escrevê-los outro dia. Não duvidamos. A<br>verdade é que esta série de “livrinhos” não é coisa de contista estreante. E não é mesmo.<br>Joca vem de longe.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>DADOS TÉCNICOS:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">10 X 14cm<br>88 páginas<br>ISBN: 978-85-61293-61-1<br>Situação Normal<br>R$ 20,00</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>
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		<title>Miguel Arraes &#8211; Histórias de lá e de cá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[plano4]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Oct 2024 12:44:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Catálogo]]></category>
		<category><![CDATA[Ítalo Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[Lula Arraes]]></category>
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					<description><![CDATA[AUTORES: ÍTALO ROCHA e LULA ARRAES Este livro reúne fatos da vida pública de Miguel Arraes, descritos em histórias recheadas de humor, inteligência e altivez. Os relatos de cá (Brasil) foram publicados (Instagram/Facebook) pelo jornalista Ítalo Rocha, ex-integrante da assessoria de imprensa de Arraes, à medida em que ele ia coletando informações de familiares, amigos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>AUTORES: </strong><a href="https://cubzac.com.br/novosite/italo-rocha/" data-type="page" data-id="1140">ÍTALO ROCHA</a> e <a href="https://cubzac.com.br/novosite/lula-arraes/" data-type="page" data-id="1150">LULA ARRAES</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Este livro reúne fatos da vida pública de Miguel Arraes, descritos em histórias recheadas de humor, inteligência e altivez. Os relatos de cá (Brasil) foram publicados (Instagram/Facebook) pelo jornalista Ítalo Rocha, ex-integrante da assessoria de imprensa de Arraes, à medida em que ele ia coletando informações de familiares, amigos e ex-assessores &#8211; por isso não obedecem a uma ordem cronológica.<br>O médico e escritor Lula Arraes, filho do ex-governador, escreveu e publicou as notícias de lá (exílio) e convidou Ítalo Rocha para juntar numa só edição textos sobre o que Arraes viveu aqui e no exterior. São relatos sobre o deputado estadual, prefeito do Recife e governador deposto e exilado pelo golpe militar de 1964. Os textos relembram também o retorno de Arraes ao país, suas três campanhas vitoriosas de deputado federal e a volta ao Palácio do Campo das Princesas para mais dois mandatos de governador de Pernambuco. Em uma das histórias contadas no livro, Arraes respondeu aos assessores que insistiam para ele não disputar sua terceira eleição de governador porque já estava perto de completar 80 anos: “Pode ser, mas eu não faço nada sem consultar minha&nbsp;mãe!!!”.&nbsp;TCC</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>DADOS TÉCNICOS:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">14 X 21cm<br>136 páginas<br>ISBN: 978-85-61293-63-5<br>Situação:&nbsp;Normal<br>R$&nbsp;90,00</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>
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		<title>Festa à fantasia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[plano4]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jun 2023 09:25:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Catálogo]]></category>
		<category><![CDATA[Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Mari Bigio]]></category>
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					<description><![CDATA[AUTOR: MARI BIGIO Numa festa à fantasia, a criançada se diverte com as diferentes personagens que cada uma se veste.O baile estava animado, com brilho e serpentina colorindo o salão repleto de borboletas, joaninhas,palhaços, papa-angus, super-heróis. A tarde era só animação! Até que, de repente, algo acontece! Umgaroto vestido de múmia, por acidente, perde sua [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>AUTOR: </strong><a href="https://cubzac.com.br/novosite/mari-bigio/" data-type="page" data-id="938">MARI BIGIO</a> </p>



<p class="wp-block-paragraph">Numa festa à fantasia, a criançada se diverte com as diferentes personagens que cada uma se veste.<br>O baile estava animado, com brilho e serpentina colorindo o salão repleto de borboletas, joaninhas,<br>palhaços, papa-angus, super-heróis. A tarde era só animação! Até que, de repente, algo acontece! Um<br>garoto vestido de múmia, por acidente, perde sua fantasia. O salão de animado vira um grande<br>burburinho, até que uma joaninha esperta salva a situação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>DADOS TÉCNICOS:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">21 X 26 cm<br>32 páginas<br>ISBN: 978-65-980345-0-4<br>Situação: Normal<br>R$65,00<br></p>
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		<title>Ermitongo</title>
		<link>https://cubzac.com.br/novosite/ermitongo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[plano4]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jun 2023 09:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[André Resende]]></category>
		<category><![CDATA[Infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[AUTOR: ANDRÉ RESENDE Emitongo é a história da interação entre um garoto e seu peixe beta, que viviasozinho no aquário. Para diminuir a solidão, o peixinho recebe uma companheira,Vermela, mas a maltrata e machuca. Depois recebe Azulinda. A história é umatentativa de mostrar a necessidade de cultivar a delicadeza nas relações, a partir dasdescobertas de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>AUTOR: </strong><a href="https://cubzac.com.br/novosite/andre-resende-2/" data-type="page" data-id="240">ANDRÉ RESENDE</a> </p>



<p class="wp-block-paragraph">Emitongo é a história da interação entre um garoto e seu peixe beta, que vivia<br>sozinho no aquário. Para diminuir a solidão, o peixinho recebe uma companheira,<br>Vermela, mas a maltrata e machuca. Depois recebe Azulinda. A história é uma<br>tentativa de mostrar a necessidade de cultivar a delicadeza nas relações, a partir das<br>descobertas de um garoto no convívio com seu animal de estimação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>DADOS TÉCNICOS:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">21 X 21 cm<br>32 páginas<br>ISBN: 978-85-61293-54-3<br>Situação: Normal<br>R$ 65,00</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Oluyiá no Quilombo dos Palmares</title>
		<link>https://cubzac.com.br/novosite/oluyia-no-quilombo-dos-palmares/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[plano4]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Jun 2023 12:23:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Catálogo]]></category>
		<category><![CDATA[Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Santos]]></category>
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					<description><![CDATA[AUTOR: PAULO SANTOS Naquele ano de 1687 Palmares tinha de vinte a trinta mil habitantes, espalhados em diversosmocambos, ocupando um vasto território ao sul da capitania de Pernambuco. E por vários diasOluyiá, sua família e os outros quilombolas caminharam através dele, rompendo matasfechadas, até encontrarem um local que os agradou bastante. Ficava no alto da [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>AUTOR: </strong><a href="https://cubzac.com.br/novosite/paulo-santos-de-oliveira/" data-type="page" data-id="309">PAULO SANTOS</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Naquele ano de 1687 Palmares tinha de vinte a trinta mil habitantes, espalhados em diversos<br>mocambos, ocupando um vasto território ao sul da capitania de Pernambuco. E por vários dias<br>Oluyiá, sua família e os outros quilombolas caminharam através dele, rompendo matas<br>fechadas, até encontrarem um local que os agradou bastante. Ficava no alto da Serra da<br>Barriga, à beira de um precipício, e oferecia uma paisagem maravilhosa, lá de cima. Tão linda<br>que deixava qualquer um sem fala. Até onde a vista alcançava, estendia-se uma floresta<br>exuberante, um mar de árvores altas e verdes que parecia não ter fim. E Oluyiá, contemplando<br>toda aquela beleza, pensou que seria muito feliz se pudesse viver ali para sempre. Mas,<br>coitadinha, ela não podia ter nenhuma certeza disso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>DADOS TÉCNICOS:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">17 X 23cm<br>52 páginas<br>ISBN: 978-85-61293-55-0<br>Situação: Normal<br>R$ 65,00</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>
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		<title>Quanto tempo dura o para sempre?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[plano4]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jun 2023 14:39:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Camilla Inojosa]]></category>
		<category><![CDATA[Infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[AUTOR: CAMILLA INOJOSA Maria gostava muito de brincar. Por ela, ficaria brincando durante todo o dia. Sempre que sua mãe achamava para o banho, no final da tarde, ela ficava muito aborrecida e não queria obedecer aochamado. Até que um dia, algo inusitado aconteceu e Maria consegue realizar o seu desejo de brincarpara sempre. É [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>AUTOR: </strong><a href="https://cubzac.com.br/novosite/camilla-inojosa/" data-type="page" data-id="918">CAMILLA INOJOSA</a> </p>



<p class="wp-block-paragraph">Maria gostava muito de brincar. Por ela, ficaria brincando durante todo o dia. Sempre que sua mãe a<br>chamava para o banho, no final da tarde, ela ficava muito aborrecida e não queria obedecer ao<br>chamado. Até que um dia, algo inusitado aconteceu e Maria consegue realizar o seu desejo de brincar<br>para sempre. É aí que um novo questionamento passa a incomodá-la e novas perspectivas<br>transformam sua maneira de encarar o tempo dedicado às brincadeiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>DADOS TÉCNICOS:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">23 x 18cm<br>34 páginas<br>ISBN: 978-65-980345-1-1<br>Situação: Normal<br>R$65,00<br></p>
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